"A vida são dois dias
Um serve para escrever o melhor texto do Mundo.
O outro para morrer a lê-lo."

21/11/2013

Carícias e malícias pela noite dentro

Não conseguimos desviar o êxtase de tocar numa pele que na nossa ideia é perfeita porque é a essência que desejamos. Vê… Não basta tocar, seguir um ser qualquer. Aperta, morde mas não enganes o desejo que se recorda de ti. Os lençóis nunca deixam amores despeitos e suspiros por soltar. Contamina o sangue com drogas leves designadas por sensações extravagantes. Mata-te de amores.

Um quarto de paredes brancas. As velas rodeiam cada canto da pequena casa. Ela, de lingerie vermelha, de lábios grossos e carnudos, cabelo preto e solto preparava-se para deliciar os olhares dele. Olhou-se ao espelho e sentiu-se uma Mulher. Ouve-se uma boa música. Espalha pétalas na cama da pequena casa. Apaga as luzes. E, senta-se à espera que ele entre pela porta e se sinta instantaneamente apaixonado.

A porta fechou. 
Segue-o com os olhos. 
Os movimentos picantes e convidativos para um momento intenso e a sós. 
Ela dança num tom sensualista, destemido e atrevido. Hoje é mais do que desejo. Um misto de sensações corre com muita força pelas acções cometidas. Sente-se uma verdadeira criminosa por estar a matar de amores o pobre Homem.  Solta um sorriso de como dá por vencida a guerra.

- Sua safada – Era isto que lhe dizia sempre que a intensidade se aproveitava deles. Ele apaixonou-se pelo jeito de menina atrevida, de sorriso malicio que o punha fora de si. Adorava nomes porcos e atrevidos da boca dele. Quem os visse de fora, achava-os importunadamente, nojentos. Mas, ela explicava para quem quisesse saber que a anatomia da vida, das coisas… É esta mesmo: É começar no desejo, passar pela paixão ardente, acabar no amor.
E, de tanto tempo de desejo, já perdeu a conta as noites que foram de amor e as noites que foram de caricias e malicias. Juntos eram maus. Nunca o Mundo viu e reflectiu tamanha complexidade e cumplicidade entre dois seres. Como se tudo fosse uma equação e eles soubessem as contas de cor.

- Fode-me – E, ele repetia… Com mais força. Mais criatividade. Mais prazer. Fazia dela a sua musa inspiradora para mais um dia repetitivo. Puxava-lhe os cabelos como ela tanto lhe pedia, por vezes, e metia de gatas só porque ficava sexy de cu empinado.

Ele dizia muitas vezes que uma cara de menina engava bem. Tão bem que ele veio feito playboy e acabou manso nos braços dela. Apaixonado por tudo o que lhe constituía. Desesperado… Descompassado…


Deitava-se por cima dela a coordenar os movimentos que queria que saíssem perfeitos. Olhava-a olhos nos olhos e ela permanecia fixa no seu olhar. Não fugia. Trincava os lábios, puxava-lhe pelo pescoço e beijava-o. Segui-a a linha da sua coluna vertebral com o dedo indicador, e, de seguida com as suas garras arranhava-o. Encostara a sua cabeça no ombro dela, a suspirar no seu ouvido. Já não se continha a esconder a cara de prazer. O mais engraçado é ela saber que se não fosse por ser ela… O prazer era só isso mesmo… Mero prazer. 

 | cs e Ricardo Cunha

26 comentários:

  1. este blogue é bué afetado do sistema, não é? sempre a falarem de fodas e conquistas ilusórias...

    há alguém aí com mais de 16 anos?

    nada contra, a ideia é engraçada, mas parece que estão todos a precisar de desanuviar, sair mais, encontrar umas passarocas e agir em vez de escrever... experimentem, faz maravilhas à mente de uma pessoa!

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    1. Sigo este blogue (que acho fantástico) e fico pasmada com comentários tão pouco sólidos e sem fundamento. A escrita não tem que ser um reflexo preciso do estado de espírito de cada um, às vezes exageramos propositadamente ou simplesmente nos dá gozo escrever sobre um determinado tema. Enfim...

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  2. Rafael S., critica menos... E, faz mais!

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    1. calma aí, Counter-Strike, estava só a dar a minha opinião, ou não foi por isso que criaram um espaço aberto ao comentário? um espaço onde publicam as vossas obras e as abrem ao escrutínio de todos?

      desculpa se dei a minha opinião, sem rodeios nem paninhos quentes. desculpa se disse o que penso sem falsidade ou falsa amizade. desculpa se eu sou assim - 'transparente'.

      não me importo com a tua crítica, respeito-a, afinal estás no teu direito e eu aparentemente a pedi-las, não és, aliás, a primeira a condenar esta minha atitude de dizer sem barreiras o que penso... sou arrogante, dizem. arrogante por dizer a verdade que me vai na alma. verdade que até podem nem ser verdadeira, é apenas a minha opinião.

      eu não disse que estava mal feito, só disse que a repetição condena ao fim as coisas boas.

      não se condenem.

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    2. Eu escrevo porque posso e porque gosto, escrevo para mim, lê quem quer. Não te obrigo.
      As fodas e conquistas ilusórias que todos aqui escrevem podem não ser nada, podem não passar disso, de fodas e conquistas ilusórias. Criticas, estás no teu direito mas, por favor, não venhas com conversas da tretas, de pessoa renegada que diz que é directa e que é deixada de lado porque é assim, porque diz as coisas na frente e lhe chama arrogante. Porque isso, caro amigo, não é ser arrogante, nem transparente, estás a fazer o que te compete, bem como devia ser para todos.
      Se és transparente e correcto, directo e sem rodeios, bem haja! És alguém às direitas neste mundo cibernauta.

      Agora, critica, lê, volta a reler, quem sabe um dia as fodas e conquistas ilusórias não sejam tuas ;)

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    3. desculpa, mas tenho de dizer que se escrevesses para ti, não publicavas... mesmo que inconscientemente procuras alguma coisa com o publicar (uma aprovação, um comentário ou simplesmente contribuir para o enriquecimento literário das pessoas, whatever).

      não disse que sou deixado de lado, só acho (e isto sou eu achar, tal como vocês acham que escrever sobre fodas é giro, eu acho isto) que as pessoas preferem que se camufle a realidade atrás de flores e coisas bonitas, atrás de adjetivos positivos e alegres, sempre em eufemismo constante. e é isso que eu não percebo, porque condenam as pessoas as opiniões diretas! nem todas as críticas negativas são más! são elas quem nos fazem crescer e melhorar (acho eu).

      querem um caso flagrante? eu detesto este exemplo, mas o Cristiano Ronaldo, soube ouvir as críticas e uso-as como inspiração para se superar - a ele e a todos os críticos.

      como disse no blogue da CS, peço desculpa, não me soube expressar corretamente, pronto, ok, reconheço o erro é cá uma coisa minha esta de não saber falar (sou mais dado ao monólogo que ao diálogo, desculpem).

      amigos?

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    4. Eu aceitei a crítica, apenas respondi à mesma.

      Cada um escreve onde mais se sente à vontade, por exemplo, a Sasha Grey escreve sobre aventuras sexuais, a J. K. Rowling sobre putos bruxos. A cs sente-se à vontade para este tipo de coisas, eu, não é muito a minha terra, prefiro assassinatos, da mesma maneira que outros preferem poesia.

      Nos temos que andar conforme gostamos e como nos sentimos bem e não com o que as pessoas querem ler. E, neste caso falo por mim, sei que o que escrevo não é muito lido, mas não mudo e continuo a fazê-lo porque é onde me sinto bem

      Já agora, também prefiro monólogos, às vezes faz falta falar com gente inteligente e que seja transparente, como tu e eu!

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    5. aceitaste e cresceste com ela (nem que tenha sido porque estavas a comer alguma coisa enquanto a lias; nem que tenha sido porque a minha escrita te dá umas ereções que não consegues explicar), certo? e responder é bom, eu gosto de responder às críticas, é giro, só não respondo à Maggie ali em cima porque se respondesse a coisa talvez corresse mal, mas eu gosto sempre de responder é giro contra-argumentar e essas cenas malucas todas.

      e escrevem bem nesses sítios, mas por vezes escrevem noutros, por vezes a J. K. escreve para adultos e a Sasha também, fugir à rotina é giro. olha tu, por exemplo que aqui escreveste, pelo que vejo, num estilo diferente do habitual.

      era isso que eu queria dizer com o 'sair mais', procurem outras coisas, superem-se saiam da rotina, vão ver que é giro. escrever sempre no mesmo registo condena ao fracasso, porque até podemos ser muito bons mas vamos esgotar rapidamente esse talento. há que ir à procura de 'passarocas' novas.

      concordo, temos de escrever como gostamos porque acima de tudo escrevemos para nós, mas temos sempre de ouvir os outros porque eles podem-nos mostrar coisas que não sabíamos. se fizermos sempre a mesma coisa não nos damos a oportunidade de descobrir coisas novas.

      o monólogo é giro, a retórica também. desconfio que isto seja coisa de homem que se quer impor e cenas. és fixe, Ricardo, és como eu.

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    6. rotina é para pessoas escangalhadas e condenadas ao diálogo. Rotina, rotina é para as pessoas.
      Eu não gosto de rotinas, é tédio, é demasiado diálogo e tão pouco significado.

      Talvez na nossa - tua e minha - estupidez aleatória haja espaço para melhorias, já que a estupidez (não estou a insultar, mas sei que já sabes disso) que temos é a mais-valia que nos assombra e nos prende aos monólogos.

      Talvez, como escreveste no teu blogue, tenhas crescido um serial killer depois de um primo ter sido atirado do muro; talvez eu seja outro meio psicopata que concorda que a retórica e monólogos não sejam coisas de homens, mas de gente contente com a estupidez que tem.
      Para o bem e para o mal.

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    7. já escrevi sobre esse pleonasmo redundante que é a rotina. cheguei à conclusão que é quase impossível escapar (o que não quer dizer que deixemos de tentar). e é isso mesmo que dizes, a rotina, é andar sempre nas mesmas voltas, como as ondas que vão e vêm sempre molhadas, nunca secas. a rotina irrita.

      vou mais longe, talvez a estupidez que os outros nos colam - a mim e a ti - seja metáfora para a genialidade que nos assola, que para mim não é tanto um talento, mas sim um tormento que me confunde o pensamento (e sim, leva-me a fazer rimas foleiras... sou perito nelas, mesmo). e talvez seja esta genialidade que nos leva a ser incompreendidos pelo banal ser, nos atire para uma vida de monólogo e conversas entre papel e caneta sem público ou assistência.

      antes estúpido assumido, que estúpido iludido.
      'Para o bem e para o mal'

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    8. Penso que agora entenderás melhor o "eu escrevo para mim"...

      E, caro Rafael, esta estupidez junta dava qualquer coisa de extraordinário ou talvez cargas imensas de foleirismo e falhanços sucessivos.

      Concordo com tudo. Se a estupidez que temos é tormento? Confirmo! Há dias em que o é; Se é talento? Dias haverá em que também o seja.

      "antes estúpido assumido, que estúpido iludido." antes tudo isso que um cadáver entediado!

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    9. sim, percebo. eu tenho a mania de julgar que todas as pessoas que dizem isso são adolescentes obstinadas que fazem dos blogues os seus diários pessoas e onde só aceitam comentários onde se diga o quão fantástica elas são. já vi que não és obstinado, se és uma adolescente, não sei mas o teu nome diz que não. há que confiar.

      é uma ideia para desenvolver, quem sabe. porém, desde já te aviso que não sou fã de trabalhos de grupo e, como disse, as pessoas acham que eu sou arrogante quando dou as minhas opiniões despropositadas, de forma crua e rude. mas hey, apesar de preferir ser autónomo, fugir à rotina é giro (se bem que se der para o lado do foleiro, não estou a fugir a nada, estou só a arrastar mais gente comigo - positivo, portanto). será, no entanto, sempre extraordinário porque o ordinário (no sentido formal da cena, não no badalhoco) não o fazemos.

      Seremos então uns geniais pensantes atormentados por um talento (para ser) estúpido?

      a única coisa que temo na morte é ter consciência disso.

      (somos tão profundos... qualquer dia escrevemos um livro de auto-ajuda)



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    10. Como Alguém escreveu "Deus é bom mas o diabo também não é mau". Não sejamos Deus, mas o estúpido, genial, pensante e atormentado diabo.

      Confesso que também sou foleiro, quando as situações assim o desejam. Cruel e rude, discordo, pois também o sou; prefiro directo, objectivo e sem rodeios ou "palmadinhas nas costas".
      Não sou adolescente, não sou adulto. Tenho 20.
      O nome confirma é bem que não sou uma adolescente.

      Como tu, trabalhos de grupo não são o meu forte pelo mesmo motivo porque "Não sou conduzido, conduzo.". E sim, será fugir da rotina, ou não.

      Julgar as pessoas é um pouco ou quanto inevitável, embora suponho que, assim como eu, não gostes e evites criar expectativas sobre tais coisas.

      Quanto à morte, não podia concordar ou dizê-lo de forma melhor, é certa e virá.

      Acho que um livro de auto-ajuda de dois estúpidos iria gerar uma revolta enorme, muitas religiões iriam sentir-se ameaçadas....

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    11. é uma proposta tentadora. os cornos já tenho, falta-me o tridente ou forquilha ou o raio que o parta.

      ser foleiro é a maneira sóbria de estar embriagado. é fazer de nós palermas sem que dêmos conta disso. não consigo fugir a essa sentença que me botaram em cima. isso que dizes são palavras mais bonitas para realidades (supostamente) mais feias.

      ainda sou teen (por mais dois anos). e possuo um pénis. contudo, a experiência confirma que nem toda a verdade da Internet o é e que devemos sempre questionar. depois, depois há que confiar.

      gosto desse 'Não sou conduzido, conduzo'. não tenho é carta, mas a autoridade que se foda que eu sou um miúdo rebelde e cenas. fazer as coisas mais estúpidas que me passam pela cabeça é o meu passatempo preferido. se é para fugir à rotina, fujamos.

      só espero é não ficar acordado para a eternidade, é que ficar quieto não é muito o meu estilo.

      achas mesmo? é que isso é motivo suficiente para me convencer. depois é ter a certeza que se dedica um capítulo inteiro aos católicos (tenho umas contas a ajustar com o Jesus - não é o do Benfica, o outro).

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    12. Acho que mais do que fazer de nós palermas é fazer dos outros, mas tudo pontos de vista.

      O passatempo que tens não é mau, mas irás fartar-te dele.

      Ficar acordado para a eternidade não seria mau de todo, não me importava.

      Sinceramente, podemos dedicar um capítulo a isso, mas duvido que ajude; a salvação será só no Apocalipse. Já não há livro que os salve do livro.

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    13. Há que olhe por cima, há quem olhe por baixo. Eu cá tenho de olhar a toda a volta e depois interpretar o que vejo e deixar a ideia repousar e depois voltar à carga. Os pontos de vista são coisas que me confundem, daí este estranho comportamento.

      Será complicado fartar-me de fazer uma coisa tão confortável... Fazer coisas sem sentido está para mim como o sono para os restantes mortais. Mas não duvido, afinal, tudo cansa quando em demasia. Moderação, recomendam.

      Não, expressei-me mal outra vez... Eu também achava muito giro ficar acordado para toda a eternidade. O que eu queria dizer era que a única coisa que temo na morte é morrer e saber que estou morto, isto é, ter a consciência de que estou confinado a uma inércia eterna da qual não há saída. Tenho medo de passar a eternidade sem fazer nada (soa a aborrecido... Eu não sou dado a aborrecimentos...).

      Era assim um capítulo que serviria como um murro nas trombas desses fiéis pecadores da doutrina cristã... São cá parvoíces minhas, não maiores que as deles.

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    14. Concordo, também sou assim, gosto de olhar para tudo o que está à volta, de preferência ao mais pequeno pormenor. E depois pensar sobre o assunto.

      Irás fartar-te porque vai ser preciso mais desafio o que poderá significar mais conforto.

      Sim, "dormir" sem data de acordar definida é realmente um tédio enorme. Quem sabe a lista de reencarnações esteja a aceitar candidatos, quem sabe!

      Penso que por serem tuas não serão assim tão parvoíces como eles. Pois eu também tenho as minhas parvoíces, não só para dizer que as tenho ou que sou do contra, mas porque "pensei" sobre o assunto e decidi no que acreditar ou não acreditar sozinho.

      Afinal, todo o rebanho tem as suas ovelhas negras e, só eu sei, como gosto de o ser - talvez tente sê-lo, talvez o seja mesmo, querendo afincadamente que a segunda seja o mais correcto.

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    15. Mas depois também tenho aquelas alturas em que não penso e ajo logo num rasgo de original estupidez. Sou eu, incoerente e tudo mais...

      Talvez, eu sou um gajo que precisa de receber muitos estímulos, caso contrário enrolo-me como um bicho de conta e hiberno para o resto da eternidade.

      Eu também tenho a mania que sou do contra... Nem sempre consigo. É complicado.

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    16. Mas, já chega de encher esta parte do blogue com estupidez!
      Já passei na tua página de pornografia, caso querias conversar ou tentar um monólogo, não será difícil encontrar-me!

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    17. Concordo. (aliás, estes últimos comentários são uma repetida repetição de ideias; um pleonasmo redundante do mesmo sentido que o nada)
      Gostaste? Eu acho que fico muito giro sem roupa, que dizes? Encontraste lá a explicação para as estranhas ereções?

      ;)

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    18. Não tenho por hábito gostar, isso faz mal. As pessoas são uma droga.
      Não há explicação para encontrar visto que tal nunca aconteceu, mesmo tu querendo tal coisa a toda a força!

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  3. Já li melhores textos da CS, contudo agrada-me bastante este registo a quatro mãos... com 20 dedos a dedilhar uma purgação.
    Ela e o Ricardo, aparentam verter genuinidade nas linhas que grafam... e isso é suficientemente idóneo para mim.

    Um beijo e um abraço

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    1. Obrigado.
      Confesso que neste texto pouco ou nada fiz, é tudo obra da CS. Eu limitei-me apenas a corrigir umas coisinhas e a alterar outras, tirando isso, em nada escrevi nele.

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  4. Eros, obrigada e mais textos viram para te consolar as vistas!

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    1. «Viram», não... «Virão», minha cara!
      Consola as vistas a conjugar verbos, porque essa conjugação nem pelo novo acordo ortográfico foi alterada.

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