"A vida são dois dias
Um serve para escrever o melhor texto do Mundo.
O outro para morrer a lê-lo."

22/11/2013

Sinceramente, aborrece-me ver vidas a basearem-se em amor. Nas suas fases, nas suas intrigas, no que deve ou não ser feito. Sempre avaliado por critérios pré-definidos sabe-se lá por quem, alimentados por quase todos, e nada genuíno. O amor faz parte, sim. Mas não deve ser o centro do mundo. Nunca entendi aquelas pessoas que fazem as suas vidas girar em torno de só uma. Pessoas que se amam, fundem-se e confundem-se, emaranham-se e depois, quando se tentam separar, não são as mesmas. O que sobra quando abdicamos da nossa personalidade? Ai, não, para mim não, O amor não justifica tudo.

4 comentários:

  1. Subscrevo!!
    A Identidade, o respeito e preservação da mesma são vitais!

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    1. Ora nem mais, um dia as relações acabam e já nem sabemos quem somos.

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  2. mesmo :/ mas acho que se não for em extremo, essa «fundir-se» com a pessoa é essencial para a sobrevivencia de um casal. não quer dizer por isso que perca personalidade ou algo do género...nada de extremos.

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    1. Sim, acho que é necessário haver partilha, a criação de rotinas, de hábitos, de coisas em comum. Desde que as coisas pessoais, os momentos a sós com nós mesmos se mantenham.

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